BTHF11
BTG Pactual Real Estate Hedge Fund
Fundo híbrido/papel BTG com o maior retorno real 1A da rodada (17,48%), DY 13,24% e desconto de 10% ao VP. Ponto fraco: 1M e 3M negativos (trimestre negativo é regra da rodada). Elegível e apto à carteira.
- FII Rank — rank #9, score 6,89, elegível, risco Médio, apto à carteira
- Maior retorno real 1A da rodada: 17,48% (nominal 22,61%)
- P/VP 0,90 — desconto de ~10% sobre o VP de R$ 9,86
- DY 13,24% com R$ 1,17 distribuídos por cota em 12M
- Alerta: trimestre negativo (real 1M -1,23% / 3M -2,70%)
Fundamentos
Critérios FII Rank v3.1
Comparativo segmento
Histórico de emissões
Eventos de portfólio
Informe Mensal publicado
Informe mensal de jul/2026 disponibilizado ao mercado
Relatório Gerencial — jul/2026
Resultado por cota R$ 0,092 com distribuição de R$ 0,101, dentro do guidance de R$ 0,100–0,105; DY anualizado 13,25%
Aviso aos Acionistas — Distribuições
Manutenção da distribuição mensal em R$ 0,101/cota
Carteira diversificada do dossiê
Composição: 42% FII Tijolo, 20% FII Papel, 20% CRIs, 16% Caixa, 1% Ações; gestão ativa com R$ 146 mi movimentados no secundário em mar/2026
Notícias e riscos
Selic elevada pressiona valor de oportunidade
mediaAmbiente macro com juros altos (Selic ~14,5% em 2026) e inflação pressionada reduz atratividade relativa de FIIs de papel vs renda fixa.
Dependência de ganhos não recorrentes
mediaParte relevante do resultado vem de ganhos de negociação no mercado secundário, o que pode não se repetir.
Exposição a CRIs longos (duration ~3,15 anos)
media47,5% dos CRIs com prazo acima de 4 anos; sensível a inflação e a alta de juros (marcação a mercado).
Setores cíclicos na carteira (hotelaria, lajes)
baixaHotelaria e lajes corporativas ainda enfrentam desafios de vacância e recuperação lenta (ex.: BTHI11, HTMX11).
Distribuição acima do resultado em alguns meses
baixaEm meses específicos o fundo distribuiu mais do que gerou, podendo pressionar reservas se recorrente.
Monitorar (90 dias)
- Informe mensal e relatório gerencial do BTG (últimos: 27/07/2026 e 03/07/2026)
- Evolução da Selic/IPCA e impacto na marcação a mercado dos CRIs longos
- Sustentabilidade da distribuição de R$ 0,101/cota vs resultado recorrente
- Rent real 1M/3M — reversão do trimestre negativo
- Movimentações no mercado secundário (gestão ativa)
Cenários
Convergência ao VP + momentum
~25% em 12M (alta até R$ 9,86 + DY 13%)
- Fechamento do desconto de 10% ao VP
- Reversão do trimestre negativo com real 1M/3M voltando ao positivo
- Manutenção do guidance de distribuição R$ 0,100–0,105
- Início de ciclo de queda de juros
Carrego + lateral
DY ~13% nominal, ~9% real
- Cota permanece na faixa R$ 8,50–9,20
- Distribuição mensal mantida em R$ 0,101
- Juros altos por mais tempo, com volatilidade de curto prazo
Stress macro + marcação de CRIs
Corte de DY e queda adicional da cota
- Selic sobe ainda mais ou inflação dispara
- Marcação a mercado negativa dos CRIs longos
- Distribuição reduzida abaixo do guidance
Scorecard
Rodada 2026-08-12T13:33:58-03:00 · dados de 12/08/2026 · gerado em 12/08/2026